terça-feira, 29 de janeiro de 2008

La Oreja de Van Gogh: La Paz de Tus Ojos

Na seção "Músicas que te colocam lá embaixo": La Oreja de Van Gogh, La Paz de Tus Ojos.

Formado em 1996, em San Sebastián, Espanha, La Oreja de Van Gogh foi uma das bandas de maior sucesso da história da música pop espanhola, sendo ganhadora de vários prêmios, dentre eles o almejado Grammy, e sendo também dona de altos índices de vendagem de CD.

Com 4 álbuns lançados, La Oreja de Van Gogh se desfez no final de 2007, mas deixa aos fãs sucessos como Perdida, Paris, Cuídate, Muñeca de Trapo, Dulce Locura, Pesadilla, La Playa, e outros mais.

Pronto! Mais uma apresentação curta e "porca". Vamos logo ao que interessa.

Me identifico demais com a letra... boa parte descreve meus pensamentos desse momento.

Então, ouçam:



No he podido esta vez,
vuelvo a no ser,
vuelvo a caer.
Qué importa nada si yo,
no sé reír,
no sé sentir...
Quiero oírte llorar y que me parta el corazón,
quiero darte un beso sin pensar,
quiero sentir miedo cuando me digas adiós,
quiero que me enseñes a jugar.

Sé que me he vuelto a perder,
que he vuelto a desenterrar
todo aquello que pasé.
No sé ni cómo explicar que sólo puedo llorar,
que necesito la paz que se esconde en tus ojos,
que se anuncia en tu boca, que te da la razón.
Ven cuéntame aquella historia de princesas y amores
que un día te conté yo.

Hoy he dejado de hablar,
quiero callar,
disimular.
Sólo me queda esperar,
verte pasar,
reinventar.
Quiero sentir algo y no sé por donde empezar,
quiero que mi mundo deje de girar,
quiero que mis manos tengan fuerza para dar,
quiero asustarme si no estás.

Sé que me he vuelto a perder,
que he vuelto a desenterrar
todo aquello que pasé.
No sé ni cómo explicar que sólo puedo llorar,
que necesito la paz que se esconde en tus ojos,
que se anuncia en tu boca, que te da la razón.
Ven cuéntame aquella historia de princesas y amores
que un día te conté yo.




"Sólo me queda esperar, verte pasar, reinventar"... então esperarei enternamente!

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Superliga 2007/08: decisão do 2º torneio

Time de Suzano ou não, não tiremos os méritos da Ulbra/Suzano/Uptime. A equipe fez uma excelente seqüência de partidas nessa última fase, sendo única invicta, e com a vitória na decisão do segundo torneio (ou jogo arrumado para a Rede Globo transmitir, como vocês queiram), assume a liderança da classificação geral com 29 pontos.

A partida que levou a equipe gaúcha (vou apanhar por escrever isso...) à primeira colocação geral foi equilibrada, e decidida nos detalhes: venceu aquele que menos errou.
O Telemig Celular/Minas começou bem a partida, mas permitiu a reação e virada da Ulbra/Suzano/Uptime, que fechou o primeiro set em 25-22.

No segundo set disputado, a Ulbra/Suzano/Uptime administrou a vantagem, e ajudada pela seqüência de erros cometidos pelo adversário, se manteve a frente no placar com um novo 25-22, e 2 sets a 0.

No set seguinte, a equipe mineira demonstrou que ainda estava viva na partida: 21-25, 2 sets a 1 no geral.

Apesar de equilibrado, no quarto set a Ulbra/Suzano/Uptime fez a diferença mais uma vez, e encerrou a partida: 25-21, 3 sets a 1 no final.

Ulbra/Suzano/Uptime 3 x 1 Telemig Celular/Minas (25-22, 25-22, 21-25, 25-21), no ginásio Tesourinha, em Porto Alegre (RS)

Maior Pontuador: Rivaldo (Telemig Celular/Minas), 19 pontos
Troféu Viva Vôlei: Filipe (Ulbra/Suzano/Uptime)

Público: 1885 não pagantes (tá, é sacanagem!)


Pois é, meus parabéns. Uhuuu...

sábado, 26 de janeiro de 2008

De quem é o time? [2]

Após a transmissão da partida final do 2º torneio da Superliga Masculina de Vôlei entre Ulbra/Uptime/Suzano e Telemig Celular/Minas, ou Canoas e Minas, como gosta de chamar a TV Globo, acho que já não restam dúvidas.

Reparem no discurso de narrador, comentarista e repórteres durante o jogo:

“A equipe jogando em casa, com o apoio de sua torcida
“E ponto da equipe gaúcha... ponto do Canoas Ulbra
“Melhor para a equipe mandante, o Canoas
“O Canoas Ulbra, jogando em casa, faz um set a zero”
“O Canoas Ulbra
“O time gaúcho
“A equipe de Canoas
“O time gaúcho, que joga em casa
“Ficou na parede gaúcha, ponto de Canoas
“E o Canoas, com a sua torcida, só comemora”
“A torcida aqui presente vai comemorando a vitória do time da casa

A partida foi disputada no Ginásio Tesourinha, em Porto Alegre (RS), hoje, às 10 da manhã.

Alguém ouviu qualquer menção que seja ao nome da cidade de Suzano? Foi o que imaginei...

E por favor... alguém pode avisar a equipe da Globo que o Bob é o camisa 11 e o Xanxa o camisa 10? Durante dois sets o Bob virou Xanxa... e demorou para que eles percebessem o erro.


“O ginásio não está cheio, mas você de todo Brasil acompanha essa partida pela Rede Globo”... comentário chuta bundas!

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Quando dormir vira pesadelo...

Há dias eu não consigo dormir bem. Motivo: sonhos... ou melhor, pesadelos!

Meus sonhos sempre foram intrigantes. Em todos eles existe algum recado pra eu captar, mas ao mesmo tempo, eles são muito enigmáticos, cheios de detalhes e difíceis de entender.

A última do meu subconsciente é uma sequência de contos, com título, personagens e histórias próprias. Até agora consegui identificar cinco episódios da sessão pesadelos:

O dia do meu casamento
O velho da fazenda
Vestido de casamento
O monstro
A dimensão sem reflexo

Engraçado que ao iniciar cada conto aparecem esses títulos, como a introdução de um filme ou de uma série de TV qualquer... mas só isso também é engraçado, o restante é sinistro (principalmente porque duas histórias falam de casamento).

Se eu quisesse poderia escrever um belo livro de contos à la Noite na Taverna, de Álvares Azevedo, só com as histórias desse sonho.

E lá vou eu para mais uma noite de insônia...


"Despiértate, olvídalo, aquello nunca sucedió. Todo fue una ilusión..." (La Oreja de Van Gogh, Pesadilla)

Los Rodríguez: Mi Enfermedad

E hoje, na seção “Músicas que não saem da minha cabeça”: Los Rodríguez, Mi Enfermedad.

Para aqueles não conhecem: Los Rodríguez foi uma banda de rock formada na década de 90, na Espanha, por múscos espanhóis e argentinos. Eles fizeram muito sucesso em vários países e tornaram-se referência quando o assunto é rock em língua espanhola.

O grupo tem quatro álbuns lançados e dois recopilatórios, nos quais mistura a base do rock clássico com a música de raíz espanhola.

Apesar do pouco tempo de estrada, a banda coleciona vários sucessos como Sin Documentos, Mucho Mejor, La Milonga del Marinero y el Capitán, dentre outros.

Apresentação simples e “mui porcamente” feita. Vamos logo ao que interessa.

Há dias que ouço essa música sem parar. A letra tem um trechos interessantes, com os quais me identifico muito nesse momento. Essa é a grande graça da música: a gente pode sentir da maneira que nos apetece em cada momento.

Então aí vai:



Estoy vencido porque el mundo me hizo así
no puedo cambiar
soy el remedio sin receta y tu amor
mi enfermedad
estoy vencido porque el cuerpo de los dos
es mi debilidad
esta vez el dolor va a terminar

Parece que la fiesta terminó
perdimos en el túnel del amor
y dicen las hojas del libro que más leo yo
esta vez el esclavo se escapó

Me entrego al vino porque el mundo me hizo así
no puedo cambiar
soy el remedio sin receta y tu amor
mi enfermedad
estoy vencido porque el cuerpo de los dos
es mi debilidad
esta vez el dolor va a terminar

De nuestro árbol una hoja se cayó
en mi boca la manzana se pudrió
tendrías que aprender a pedir perdón
esta vez la cadena se rompió
tendrías que aprender a pedir perdón
esta vez la cadena se rompió

Estoy vencido porque el mundo me hizo así
no puedo cambiar
soy el remedio sin receta y tu amor
mi enfermedad
estoy vencido porque el cuerpo de los dos
es mi debilidad
esta vez el dolor va a terminar



Esta vez el dolor va a terminar... será?!

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain

Quantas vezes paramos para prestar atenção nos pequenos detalhes do dia-a-dia? E quantas vezes saímos do nosso mundinho particular para ajudar o próximo? Quantas vezes na vida tivemos medo de admitir nossos sentimentos e quase deixamos a felicidade escapar para não correr o risco de nos machucarmos?

As respostas para esses e outros questionamentos estão em “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain”, do cineasta francês Jean-Pierre Jeunet.

A história do filme gira em torno da personagem Amélie Poulain, uma jovem que vive no subúrbio de Paris e trabalha como garçonete em um pequeno café. O destino da personagem sofre uma grande mudança a partir do dia em que ela descobre, por acaso, em um esconderijo na parede de seu apartamento, uma caixinha antiga cheia de briquedos e objetos infantis deixada há muitos anos por um ex-morador. Amélie decide, então, devolver a caixinha ao seu dono... e consegue! Sentindo-se recompensada por essa ação, a personagem assume uma nova meta em sua vida: ajudar e tornar mais felizes as pessoas ao seu redor.

Amélie encontra em suas aventuras em pró dos outros, uma forma de preencher o vazio de sua vida, até então solitária e sem muitos propósitos. O cotidiano ganha emoção, e Amélie um novo sentido para sua existência.

Um excelente filme, com uma trilha sonora envolvente. Uma mistura de realidade com um toque de fantasia e de um humor gracioso.

Título Original: Le Fabuleux Destin d'Amélie Poulain
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 122 minutos
Ano de Lançamento (França): 2001
Direção: Jean-Pierre Jeunet


"Então, minha querida Amélie, você não tem ossos de vidro, pode suportar os baques da vida. Se deixar passar essa chance, com o tempo, seu coração ficará tão seco e quebradiço quanto meu esqueleto. Então, vá em frente, pelo amor de Deus."

De quem é o time?

Alguns se revoltaram. Outros se conformaram. Esses sentimentos dividiram a opinião do povo suzanense, principalmente dos aficionados pelo vôlei, quando a administração municipal, através da Secretaria de Esportes anunciou a parceria Ulbra e Suzano. A principal dúvida era: esse time realmente será nosso?

A equipe disputou o Campeonato Paulista e se sagrou campeã. O título trouxe também euforia aos suzanenses. Não dificilmente se ouvia da boca de torcedores ou se lia nas manchetes dos jornais: Suzano está volta!

E está? Na realidade não. Mas muitos não aceitaram esse fato. Eu, juntamente com outras pessoas, como meus amigos da Desorganizada, batemos o pé e afirmamos que o time não era nosso. Mais uma vez não acreditaram no que dizíamos. O trecho abaixo reflete a opinião de um torcedor, colocada na comunidade “Suzano Capital do Vôlei”, no orkut, quando a equipe foi campeã paulista:

“Algumas pessoas criticaram este time no começo afirmando que não seria um time suzanense. Bem, não sei até que ponto este argumento é válido, tendo em vista que no volei brasileiro, é quase impossível manter um clube sem parcerias e patrocínios”.

Minha resposta: aguarde a Superliga.

E aí está ela. A Superliga de vôlei teve início no dia 01 de dezembro de 2007. Até hoje, já foram disputadas 16 rodadas, sendo que a equipe Ulbra/Uptime/Suzano participou de 14. Em 08 de janeiro de 2008, o time fez sua primeira partida em São Paulo, e apenas no dia 16 de janeiro de 2008, ou seja, mais de um mês após o início da Superliga, a Ulbra/Uptime/Suzano jogou no Ginásio Paulo Portela, em Suzano.

Normal? Seria... se a equipe já não tivesse disputado 4 partidas “em casa”.

Em Suzano, até o momento, tivemos 4 partidas também. Mas atenção a um detalhe: seriam 6, se os jogos contra o Sada/Betim e o Álvares/Vitória não tivessem sido tranferidos para a cas... ops, para Canoas.

Até o final da Superliga – isso se não houver alterações na tabela – serão totalizados 6 jogos em Suzano e 8 em Canoas. Isso sem contar as possíveis finais de torneio, que como já anunciou a CBV, serão no Sul, estado no qual a equipe é federada.

- E Suzano fica no Sul? – pergunto eu sem a mínima ironia.

A própria Confederação Brasileira de Voleibol, a CBV, mostra claramente qual a proveniência do time, e não é preciso ir muito longe. A notícia publicada no site da entidade hoje, dia 25 de janeiro de 2008, diz:

“A Ulbra/UPtime/Suzano chega à decisão com uma invencibilidade de 13 partidas. A única derrota sofrida pela equipe gaúcha na Superliga 07/08 foi em sua estréia na competição, na segunda rodada do primeiro torneio, diante da Cimed (SC). O time de Canoas ocupa a terceira colocação na classificação geral da competição”.

E mais:

“ ...a Ulbra/UPtime/Suzano é tricampeã da Superliga (97/98, 98/99 e 02/03) e chegou à decisão também em 03/04”.

Fica claro, por esses dois trechos, que a equipe é a Ulbra de Canoas. Aquela mesma Ulbra que iniciou as atividades em 1995 e que várias vezes travou disputa com Suzano.

A Ulbra que foi campeã da Superliga 97/98, vencendo a equipe de Suzano na semi-final, a Ulbra que foi campeã da temporada 98/99 vencendo a final contra a equipe de Suzano, a Ulbra que conquistou o caneco da competição em 02/03.

E Suzano? Sim, somos tricampeões também (92/93, 93/94 e 96/97). Mas nossos resultados sequer foram citados, porque esse time é a Ulbra, e não Suzano.

Um pequeno detalhe que revela a origem da equipe:

“Ulbra/UPtime/Suzano (RS)”

Esta é a forma com a qual a CBV e a mídia em geral se referem ao time.

E tem mais. Passeando por alguns sítios na internet, me deparei com uma página na Globo.com explicando quem era o time da Ulbra. Eis o que mais me chamou a atenção:

“Tradição: equipe está em um projeto sólido e a torcida se identifica”.

Certamente não é a nós, pobres órfãos suzanenses, que a matéria se refere.

E até sobre os Jogos Abertos do Interior, onde éramos respeitadíssimos, fui obrigada a ler isso:

“Na final, o time do ABC Paulista foi superado pela gaúcha Ulbra, que representa Suzano”

O poder das palavras... até em nosso território deixamos de ser Suzano para ser uma sombra do time do Sul.

Outros pequenos detalhes nos levam a crer que esse time não é e nunca será nosso. Vide o grito dos jogadores antes e depois das partidas: 1,2,3... Ulbra! Ou o rosto de felicidade dos mesmos no dia em que iam embora daqui.

Sem parcerias ninguém vive no voleibol brasileiro. Mas unir Ulbra e Suzano é o mesmo que querer unir Corinthians e Palmeiras, São Paulo e Santos. São rivais históricos, que, quando juntos, fazem com que um perca sua identidade... e nesse caso, infelizmente, quem perdeu fomos nós, suzanenses.

Não se convenceram? Então assitam amanhã, às 10 da manhã, na Rede Globo, a final do 2º torneio entre Canoas e Minas e tirem suas próprias conclusões.


"Engraçado... a grande justificativa para tirar o nosso time daqui há alguns anos atrás era justamente de que a equipe era profissional e não trazia benefícios à população suzanense, pois os jogadores, em sua maioria, eram de fora. Mas e agora, o que acontece? Não só os jogadores são de fora, como a equipe inteira. Políticos!"

sábado, 12 de janeiro de 2008

Ano novo

Foi dada a largada: 2007 X 2008, e 12 voltas depois, 2008 toma a dianteira.


Finalmente! Há um tempo, eu escreveria esse post no dia 31 de dezembro, mas desta vez quis fazer diferente. Preferi aguardar as primeiras impressões de 2008 para depois fazer a avaliação de 2007.

Pois bem. Vamos, primeiramente, ao que já está mais distante. O ano que se passou representa, para mim, um período de desconforto. E essa não é uma impressão pessoal, o mundo passou por situações que geraram inquietação.

Foi difícil, mas não adianta tentar escapar. Normalmente são esses períodos difíceis os responsáveis pelo nosso amadurecimento em vários sentidos. Todos passarão por isso um dia.

Lembro que no final de 2006 tinha um pressentimento horrível de que 2007 não seria um bom ano, e tinha razão! Mas ganhei muito em aprendizado.

Sempre tentei descobrir uma fórmula para voltar a ser a mesma de antes. Explico. Há três, quatro anos eu era uma pessoa mais extrovertida, divertida e engraçada, e cada vez que perdia um pouco dessas características, achava que era culpa apenas do estresse momentâneo. Dois mil e sete me mostrou que eu jamais serei como há três, quatro anos atrás. Agora já estou conformada! Aliás, o primeiro passo é sempre a aceitação (risos).

Dois mil e sete marca também algumas mudanças definitivas em praticamente todos os setores da minha vida (lê-se todos!).

Exatamente por isso, em 2008, até o dado momento (12 de janeiro, às 18:25) vou colhendo os frutos de 2007. A fase dos contratempos se foi: é momento de receber a recompensa.

Se em 2006 pressenti 12 meses de horror, em 2007 senti que dias melhores estão por vir.

E é melhor aproveitar porque o tempo não perdoa. É como escreveu Mário Quintana: quando se vê já são 6 horas, já é 6ª feira, já se passaram 60 anos...

Sem agradecimentos, e sem retrospectivas dessa vez.


E 2007 está cada vez mais distante!Parece que 2008 não está disposto a deixar a dianteira (pelo menos até dezembro).

Reinício

Não se deixe enganar pelo nome. Apesar do termo “pautaria” ser utilizado por muitos de forma pejorativa, aqui, o termo é empregado em sua forma pura: o verbo pautar, de dar orientação, direcionamento.

Pautaria nada mais é do que forma do verbo pautar no futuro do pretérito do indicativo... ou seria condicional?

Enfim, essa não é uma aula de língua portuguesa (até porque não sou gabaritada para tal...), a proposta desse blog é que eu tenha livre iniciativa para escolher o tema e criar a pauta do dia. Como um questionamento: com o que me pautaria hoje?

Pensei, e cheguei a três temas que considero importantes para mim e que tenho a capacidade de desenvolver bem: esporte, cultura e cotidiano.

Essa mistura de temas é resultado de uma análise que fiz do meu antigo blog. Para aqueles que não o conheceram, o “Loucos, pirados e sem cortes” (sim, era esse o nome mesmo...) entrou na rede no ano de 2004 e teve seu último post no início de 2007, ou seja, foram 3 anos de publicações das mais variadas. A idéia inicial era que ele fosse realmente um diário virtual, no qual descreveria fatos do meu cotidiano. Porém, ao longo do tempo, essa proposta foi ficando de lado, e o blog se tornou um periódico esportivo virtual com enfoque especial no vôlei de clubes e seleção e na F1.

Li boa parte do arquivo, e ri muito. Pelas pérolas que escrevi e pela criatividade (e quanta criatividade...) que tive ao registrar alguns fatos.

Cheio de piadas e ironias, o blog era até divertido de ler, mas tinha muitos defeitos! E fico feliz de ver que vários deles já não se repetirão.

Senti falta desse espaço. Espero poder contar novamente com meus dois fiéis leitores e com aqueles que providencialmente apareciam.

Está no ar o “Pautaria”!


E você, se pudesse escolher? O que pautaria?