quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Dia sete

No hay nada que me haga olvidar
El tiempo que has pasado ya y no volverá
No hay nada más
Adiós mi corazón

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Dia seis

If you can't wake up in the morning
'Cause your bed lies vacant at night
If you're lost, hurt, tired or lonely
Can't control it

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Dia cinco



domingo, 22 de novembro de 2009

Dia quatro

Por eso cada noche me muero
despues me envuelve un rayo de sol
se quedan en la cama mis sueños
y me salgo yo...

sábado, 21 de novembro de 2009

Dia três

I thought you'd be out of my mind
And I'd finally found a way
To learn to live without you
I thought it was just a matter of time
Till I had a hundred reasons

Not to think about you

But it's just not so
And after all this time
I still can't let go

I've still got your face
Painted on my heart
Scrawled upon my soul
Etched upon my memory...

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Dia dois


Por descuido, fui victima de todo alguna vez
ya lo puedo percibir, ya nada pueden impedir
En mi fragilidad, es el curso de las cosas
Hoy mi corazon se vuelve delator...

...Traicionandome

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Primeiro dia de férias...

I want you to notice
When I'm not around
You're so very special
I wish I was special

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Chega de sonhos!

Você pode passar dias pensando em alguém,
E passar horas imaginando se ela pensa em você da mesma forma.

Você acorda e dorme pensando nela,
Cria sonhos,
Acredita que o sentimento possa ser real... Mesmo que seja por alguns segundos.

O encontro parece ser mágico,
O toque dos lábios parece ser indescritível.

Mas, no fundo, você sempre tem a certeza de que aquele amor aparentemente destinado para você, você jamais poderá ter.

Sempre...


E meu dia chegou. Eu vou, ele (s) me esquece (m)... simples assim.

sábado, 11 de abril de 2009

Jueves

E em tempos de buscar uma nova fonte de inspiração, encontrei uma música interessante. De início parece mais uma cançãozinha pop mela cueca (o que não deixa de ser, rs), mas é aquela velha história: dependendo do momento, pode significar uma dica importante - aquela que você olha todos os dias para o céu e pede "meu Deus, me dê um sinal!"... e Ele manda. Jueves, de La Oreja de Van Gogh.

Olho na letra (em espanhol, mas está fácil de entender):

Si fuera más guapa y un poco más lista
Si fuera especial, si fuera de revista
Tendría el valor de cruzar el vagón
Y preguntarte quién eres.

Te sientas en frente y ni te imaginas
Que llevo por ti mi falta más bonita.
Y al verte lanzar un bostezo al cristal
Se inundan mis pupilas.

De pronto me miras, te miro y suspiras
Yo cierro los ojos, tú apartas la vista
Apenas respiro me hago pequeñita
Y me pongo a temblar

Y así pasan los días, de lunes a viernes
Como las golondrinas del poema de Bécquer
De estación a estación enfrente tú y yo
Va y viene el silencio.

De pronto me miras, te miro y suspiras
Yo cierro los ojos, tú apartas la vista
Apenas respiro, me hago pequeñita
Y me pongo a temblar.

Y entonces ocurre, despiertan mis labios
Pronuncian tu nombre tartamudeando.
Supongo que piensas que chica más tonta
Y me quiero morir.

Pero el tiempo se para y te acercas diciendo
Yo no te conozco y ya te echaba de menos.
Cada mañana rechazo el directo
Y elijo este tren.

Y ya estamos llegando, mi vida ha cambiado
Un día especial este once de marzo.
Me tomas la mano, llegamos a un túnel
Que apaga la luz.

Te encuentro la cara, gracias a mis manos.
Me vuelvo valiente y te beso en los labios.
Dices que me quieres y yo te regalo
El último soplo de mi corazón.

Resumindo: a canção é uma história contada por uma moça que se apaixona por um rapaz que vê todos os dias no trem. Ela, porém, não se acha boa o suficiente para tentar alguma aproximação, e quando isso acontece, ela fica envergonhada por ter falado seu nome... E por isso, teme que ele a ache uma boba qualquer. O que ela não sabia, entretanto, é que o rapaz também era apaixonado por ela (óoooommm). No dia 11 de março, eles finalmente, depois de muito tempo, se beijam pela primeira vez.

Linda história. Agora o lado B.

Esse foi o primeiro e último beijo do casal. O trem em que eles estavam foi um dos alvos dos ataques terroristas em Madrid na manhã de quinta-feira, 11 de março de 2004.

Apesar de o atentado ser real, a história do casal é fictícia (claro). Mas faz pensar. Sentimentos são complicados. Muito mais quando se tem medo, insegurança. O mau de tudo isso é que por causa desses bloqueios a gente deixa o tempo passar... E perde a oportunidade de saber que, talvez, aquela pessoa do outro lado possa compartilhar dos mesmos sentimentos que os nossos. E quando finalmente descobrimos isso, pode já ser tarde demais.




"Talvez eu tenha novamente (depois de muito tempo) alguém do outro lado do vagão. Se eu fosse mais bonita e inteligente, especial, pop ou tipo modelo, talvez eu tivesse coragem de cruzar o vagão e perguntar quem ele é..."

Pouco a pouco...

Eu retono por aqui. A vida prega peças na gente. Algumas pessoas se recuperam mais rapidamente do que as outras. E os últimos acontecimentos da minha não foram nada fáceis de serem superados. Mas enfim... enquanto algumas pessoas consideradas especiais se afastam ou em vezes se vão de uma vez por todas, a gente tem que dar um jeitinho de prosseguir bem, e procurar uma nova inspiração.

domingo, 28 de dezembro de 2008

domingo, 28 de setembro de 2008

Na noite de Cingapura...

Os Oompa Loompas aparecem para recolher os restos de um erro que não poderia ter sido cometido...

Oompa Loompa, do-ba-dee-doo,
I've got a perfect puzzle for you.
Oompa Loompa, do-ba-dee-dee,
If you are wise you'll listen to me.

domingo, 3 de agosto de 2008

Ah, a crítica...

Serei breve. Ri muito (mas muito mesmo!!!) quando ouvi o "adorável" Luciano Ferrari Burti dizer hoje, durante a transmissão, que o equipamento da McLaren tinha desenvolvido muito mais que o da Ferrari. Por que ri? Simples... porque a crítica, no geral, apostava que a McLaren perderia muito, principalmente na segunda parte do campeonato, pois tem dois pilotos inexperientes que não saberiam trabalhar no desenvolvimento do carro.

- O campeonato, no geral, está para a Ferrari, que tem dois pilotos experientes. Vão evoluir muito na temporada, diz Reginaldo Leme.

- É com certeza, responde Burti.

E eles fizeram questão de salientar isso durante toda a temporada, que convenhamos, está insuportável de aguentar, principalmente para os torcedores de outras equipes senão a Ferrari e outros pilotos que não sejam Massa, Piquet ou Barrichello.

Na pré-temporada eu já dizia que a McLaren não faria a besteira de comprometer o desenvolvimento do carro. Confiei na equipe. E estou tendo a retribuição... (principalmente depois do GP da Alemanha!)

Partir pelo óbvio é fácil. Depositar confiança em desacreditados já é outra história. Ainda bem que entro na exceção e não sou papagaio do trio Galvão Bueno, Reginaldo Leme e Luciano Burti!

Agora é torcer para que essa evolução continue. Estamos chegando lá... só 11 pontinhos!

"Bem-vindo ao mundo das vitórias"

Kovalainen comemora primeira vitória (de muitas!) da carreira

Não há palavras melhores do que estas mencionadas por Ron Dennis via rádio após a primeira vitória de Heikki Kovalainen na Fórmula 1.

E não foi apenas sorte. O Kovalainen estava pronto para esse pódio. E era a hora certa!

No meio de semana, o finlandês foi motivo até de chacota por parte de babacas como Fernando Alonso, após a renovação com a McLaren. Primeiro, especularam de forma maldosa que ele não ficaria na equipe, pois não era um piloto que correspondesse ao nível da escuderia inglesa. Depois, disseram que a permanência dele seria para então somente ser escudeiro de Lewis Hamilton.

Não está errado. Hamilton é o número 1 da equipe (e o Alonso moooooorre de inveja disso... o discurso dele foi o típico "dor de cotovelo" por estar fora da disputa do Mundial). Mas sempre que o Kovalainen tiver a oportunidade e melhores chances de vencer, ele o fará. E fez... para silenciar a oposição.

Momento oportuno. E como disse uma vez o mito Mika Hakkinen "ele só precisa de uma vitória para pegar confiança".

Gosto demais, e torço pelo competente Kovalainen.

Vitória merecida.



Sobre a corrida...

Se fosse Hamilton a fazer a manobra protagonizada por Felipe Massa na largada, a crítica desceria o verbo: foi irresponsabilidade. Quase tira os dois carros da corrida! Mas como foi Massa o autor, a largada foi tida como genial, ousada, arrojada (puff...).

Genial foi só o fato dele ter assumido a ponta numa pista como a da Hungria. Agora, quanto a forma como ele conseguiu isso eu tenho lá minhas dúvidas... erro ao acionar os freios, e quase batida... se não fosse o Hamilton praticamente parar o carro, o acidente era certo.

Apesar disso, o Massa foi bem.

Mas como na Fórmula 1 nada está decidido até que se dê a bandeirada final, o azar bateu no capacete dos dois então candidatos ao título.

Hamilton tinha uma estratégia brilhante. Na primeira rodada de pit stop, enquanto todos colocaram uma média de 8.0 de combustível, ele colocou 9.4... isso garantiria a ele pelo menos umas 4 ou 5 voltas a mais na pista comparado ao Massa, seu adversário direto pela vitória e no campeonato. A segunda parada dele seria muito rápida... com certeza ele assumiria a ponta. Mas do nada o pneu dele furou (explique-se Bridgestone!)... e a estratégia ficou completamente comprometida. Hamilton teve que remar muito para chegar na 5ª posição... no final o prejuízo não foi tão grande, pois ele continua na liderança do Mundial 5 pontos a frente do segundo colocado, Kimi Räikkönen, tudo porque...

Felipe Massa teve ainda mais azar do que ele. A três voltas do final o motor Ferrari falhou... o brasileiro perdeu a corrida, perdeu a vice-liderança do campeonato. Só não perdeu a esperança (risos).

Destaque para a ótima prova de Timo Glock, que ocupou o segundo lugar mais alto do pódio, e para (ele!) Kimi Räikkönen... que fez uma corrida sem graça, mas conseguiu chegar na terceira posição. Coisas de Kimi Räikkönen...

Direcionando a pressão...

Após a derrota da seleção brasileira de vôlei masculino na Liga Mundial, várias pessoas me perguntaram: você acha que o Ricardinho está fazendo falta?

Ouvi também muitos comentários... mil e uma reportagens tentando desvendar o porquê do "apagão" na fase final. E claro, a culpa recaiu justamente na saída do Ricardinho da seleção. Mas afinal... se ele estivesse no time, o Brasil seria ouro na Liga Mundial?

Minha resposta: NÃO!

Discordo plenamente daqueles que dizem que a seleção sente falta do Ricardinho, e por diversas razões. Primeiro, porque estamos falando de vôlei, logo, de um esporte coletivo. Um jogador na posição de levantador faz toda a diferença, sem dúvida, mas o que realmente dita a vitória é o conjunto. Pode-se dizer que é um ciclo. O líbero ou o bom passador consegue ajeitar uma bola mais difícil, mas se o passe sai ruim, um bom levantador consegue arrumar a jogada, se ele não consegue, um bom atacante pode aproveitar até mesmo um levantamento mal feito... moral da história: um ajuda o outro. No vôlei não existe individualidade, existe sim trabalho de equipe... equipe que sente o bom momento de cada jogador na partida. Nunca se pode jogar a responsabilidade por vitórias ou fracassos em uma única posição.

Segundo, porque o Ricardinho tinha problemas com o treinador. Quem já viu ou conviveu com equipes que sofreram com esse tipo de conflito interno sabe que, quando é atingido esse grau de desentendimento, que já é o limite, a equipe não consegue mais render. Pode ser o jogador que for... o melhor da equipe. Simplesmente não rende. Nesses casos ou cai o jogador ou o treinador.
E então, abriríamos mão do Bernardinho?!

Em último lugar, o Marcelinho assumiu uma situação difícil e teve personalidade para impor seu ritmo e modo de jogo... e lembremos: às vésperas de uma competição importantíssima, o Panamericano. O Brasil foi campeão... com Marcelinho titular e Bruno entrando bem quando solicitado. Não perdemos um set sequer. Dizer agora que o problema do time é a falta do Ricardinho, que Marcelinho amarelou na final da Liga e que não tem a capacidade de comandar as jogadas do time é hipocrisia demais. O Pan está aí para tirar qualquer prova.


Só para constar, o Ricardinho que se mostrava e dizia tão amigo de muitos jogadores da seleção cortou relações com eles. Este era nosso agregador capitão!

A pressão que a seleção sofre não está na saída de Ricardinho ou no fato de ter perdido a Liga Mundial em casa... a verdadeira preocupação do Brasil tem nome: renovação!

Essa bola eu tenho cantado há muito tempo. Como disse uma vez, esses jogadores que estão aí não são eternos. Uma hora eles terão que sair, e essa hora está muito próxima. Marcelinho, Serginho, Gustavo já estão com um pé fora... logo Giba, e outros jogadores na casa dos 27/28 anos. E eu pergunto: quem vai entrar no lugar deles?

Eu que acompanho o vôlei no dia a dia e não só nas festivas partidas da seleção brasileira e os joguinhos inventados na Superliga para transmissão da Rede Globo percebo que de meio-de-rede estamos ainda bem servidos. Mas não há "um" levantador bom que saiba usar bola de meio. Oposto? Líbero? Posições que são lendas... não há jogadores de nível para a seleção. Ponta? "Pelamor" de Deus... o Bernardinho testou (com todo respeito) o cabeça de bagre do Raphael há um tempo. O coletivo, aí sim, fica completamente comprometido. Faltam bons jogadores.

Nosso problema não é o hoje, não é Marcelinho, Ricardinho, Bernardinho, e etcterinho... o receio é com o futuro. Quanto ao hoje, é só colocar a cabeça no lugar, os pés no chão, tapar os ouvidos para as baboseiras alheias, que tudo dará certo.

O amanhã só Deus é quem sabe... (e por favor, Deus... não saiba de uma seleção com Jacke, Mário Jr., Raphael, e outros seres desse nível!)

domingo, 13 de julho de 2008

Ô semaninha "fêladaputa"!

domingo, 6 de julho de 2008

Fala, guria. Não chore se alguma coisa acontecer... promete pra mim que tu vai dar aquele sorriso lindo e espontâneo de sempre. Tu consegue ser mais forte do que imagina, e vai conseguir susperar tudo isso... tu tá se virando bem sozinha e vai ficar melhor ainda, só que não mais sozinha. Dá uma oportunidade pras pessoas, guria... as vezes parece que elas não se preocupam, mas muitas das vezes é porque elas tem medo de falar alguma coisa. Dá abertura, dá uma chance, toma uma iniciativa... tu consegue. Eu confio em ti... e não esquece quero te ver sorrindo, aconteça o que acontecer. E seu carro é uma carroça mesmo, dá-lhe Ferrari, rsrs... Bjão, guria. Cuida-te.


Coisas impressionantes acontecem. Mensagem enviada por um amigo... ontem a noite, e só chegou agora a pouco. Sim, eu tenho um anjo, agora estou certa disso.

GP da Inglaterra

Se vocês não se importam, hoje não tem o mínimo clima pra eu escrever sobre a corrida. Foi uma grande prova, e um pódio sensacional.

O Fábio gostava do Barrichello lá dos tempos de Ferrari. Acho que já presenciei a primeira ação dele lá de cima =]

Só para constar...

Meu último adeus está suspenso. Nada de despedida dia 12... agora que perdi o Fábio sinto que não é a hora de partir.

Adeus, e obrigada...

Ontem eu falei com ele.. na madrugada de sexta para sábado... foram quase 3 horas de conversa. Como sempre, parece que ele conhece mais a mim do que eu mesma, e sempre sabe o que dizer para que eu me sinta bem. Nos despedimos com um"até mais" e uma pequena provocação para os treinos da Fórmula 1 e a corrida de domingo: seu carro é uma carroça, disse ele. Risos de ambas as partes e desligamos o telefone. Quem diria que essas seriam as últimas palavras que ouviria dele...

Na madrugada de sábado para domingo no Brasil, sei lá eu que horas na Espanha, onde ele vivia, um acidente envolvendo 3 carros e 7 pessoas, faz 1 vítima grave, 5 leves e 1 fatal. E a vítima fatal tinha que ser justamente o meu melhor amigo. Sete pessoas, e Deus tinha que levá-lo...

As últimas horas tem sido horríveis. As piores que já vivi. E a minha vida foi invadida por um vazio tão grande, mas tão grande... só quem já passou por isso um dia vai entender.

O Fábio foi a melhor pessoa que eu já conheci. Daquelas que a gente conhece num dia e no outro parece que esteve ao seu lado desde que nasceu. Nossa amizade cresceu muito rápido. Foram 6 anos de cumplicidade, companheirismo... o único com quem compartilhei algum sentimento até hoje, pois foi ele a única pessoa que um dia demonstrou sentimento recíproco por mim.

Eu costumava dizer... "ele é o único que realmente se importa comigo". E talvez fosse mesmo... pelo menos era a única pessoa na qual eu confiava.

O destino quis nos separar, mas a distância acabou fortalecendo nossos laços ao invés de quebrá-los. Um dia Santa Catarina, outro a Espanha... e eu aqui. Mas sempre me senti segura, pois sabia que ele estava ao meu lado.

Estudante genial, 1º da turma, líder de uma pesquisa aplicada em hospitais no Sul do país e levados para o exterior, hoje aplicados no hospital de Madrid. Pessoa incrível, tratava o emocional de crianças com câncer e AIDS. Amigo excepcional, sempre esteve ao meu lado. Filho meia boca (risos) como todos... mas sempre foi grande orgulho da família.

Não que eu esteja dizendo que ele era uma pessoa perfeita. Tinha seus defeitos, mas pra mim ele era o exemplo.

Eu quero ser forte, como ele sempre e ensinou, mas será difícil daqui para frente. Era ele o primeiro a saber quando alguma coisa boa acontecia, era dele o ombro que eu buscava e sempre encontrava quando precisava chorar, era ele que me dava os conselhos e que sempre tentava me alegrar quando estava triste... era ele que me fazia rir, que cantava comigo, que sabia meus segredos... ele que era parte de mim, e agora foi embora. A única pessoa que eu tinha, muito mais que um amigo...

Deus fez com que eu me despedisse ou perdesse muito nesse primeiro semestre do ano. Mas por essa eu realmente não esperava.

O Fábio sempre dizia: você está indo bem sozinha, guria. Mas eu sei que se hoje consegui muitas coisas foi porque sempre tive o apoio dele. Se encarei muitos desafios foi porque ele me incentivou... agora vou ter que me virar sozinha, e por ele, por tudo que ele me ensinou, eu vou me sair bem.

Onde quer que você esteja agora, eu prometo que vou fazer o melhor que puder. Por mim e por você. Prometo... e peço, por favor, que mesmo daí você nunca me abandone... pede pra Deus pra ser meu anjinho da guarda, por favor...

As coisas aqui vão ser bem difíceis sem você... mas eu vou ser forte.

Muito obrigada por tudo, muito obrigada por fazer parte da minha vida. Nunca vou te esquecer...

E só para não perder o costume:
"Carne e unha, alma gêmea, bate coração..."
. Onde quer que você esteja eu tenho certeza que riu disso.





Terrível sensação de estar realmente sozinha nesse mundo...

sábado, 5 de julho de 2008

Alguém vai querer carona?

Para a felicidade dos admiradores do meu subconsciente, a última noite me trouxe de volta a lembrança de sonos pesados e sonhos intensos.

Nada de contos desta vez. A história é estranha, sem nexo, e com muitos elementos que não combinam.


Era uma vez um ônibus. E um show do Nsync (sim, um show do Nsync...). Eu, fã de outras épocas e sem coisa melhor a fazer, fui comprar ingressos para o dito evento. Ele seria na noite seguinte, num ônibus desses intermunicipais que circulam pela região do Alto Tietê. Na fila encontrei uma colega da época de escola, e combinamos de nos encontrar para irmos juntas acompanhar o show.


Tudo indo bem. Na noite esperada, estávamos eu e essa colega no ônibus. Mas coisas estranhas começaram a acontecer.

O local estava muito escuro. As pessoas já lotavam o veículo, mas não da forma como estamos acostumados a ver, eram exatas 50 pessoas, todas confortavelmente acomodadas em suas poltronas azuis com estampas amarelas. Depois de muita espera, começa o show. O Nsync passa pelo corredor do ônibus e entra numa espécie de sala com paredes de vidro. Lá eles cantam uma música - todos os integrantes com feição muito triste - e vão embora.


Quem foi para acompanhar o show, assim que a apresentação acabou, permaneceu no ônibusvoltinha pelas cidades.

Todos dormiam. No meio da noite, sem que alguém, fora eu, percebesse, o ônibus parou no meio de uma estrada deserta, e a minha colega, aquela que reencontrei na fila dos ingressos, desce de forma suspeita. Quando retorna para o interior do ônibus, ela começa a pegar tudo o que eu carregava de valor e disfarçar para que fossem escondidos. Eu vi toda a ação.

Passadas algumas horas o ônibus pára mais uma vez. Enquanto a suspeita desce, eu vou no pequeno pacote onde ela escondeu as coisas e pego tudo de volta, dentre os pertences, um par de brincos de brilhantes que ganhei quando bebê, que estava escondido dentro dos protetores de espuma de um fone
de ouvido. Coloco tudo num bolso bem escondido na minha própria roupa. Minutos depois ela retorna. Junto com ela um garoto, que pegou o pacote e foi embora.

Chegando ao ponto de partida, durante a madrugada ainda, eu a desmascarei e ela e o garoto, que a esperava na chegada, saíram correndo e nunca mais foram vistos.


Retornando a minha casa, durante o caminho me deparo com uma tela muito grande que anunciava o placar de um jogo: Santos X São Paulo. Não havia números. Então acelerei o passo para poder ver o mais depressa possível quanto estava essa partida. Quando chego e ligo a televisão, porém, está passando outro jogo. É a Espanha! Falta 5 minutos para acabar a partida que trás a Fúria na frente no placar.

Olho para o lado e vejo um garoto. Seu nome é Alex, apelidado pelos amigos de Alex Chuck, em homenagem ao boneco assassino. Ele me diz que o que está passando na TV é a final da Copa do Mundo. A Espanha é campeã!


Saímos na rua para comemorar. No meio da festa, o Alex pega uma bola e começa a jogar uma partidinha de futebol com outros meninos. Acho interessante, e para incentivá-lo faço uma faixa escrita Alex Chuck e mais uma frase que já estava pronta.

O ônibus do show passa na minha frente. O interior escuro, na janela... Chuck.

Passaram alguns anos. Eu me encontro em casa, sentada no sofá assistindo televisão. Do nada, aparece uma imagem do Alexandre Pato, com um cabelo à la Biro biro e uma camisa branca levantando um troféu. Aí eu digo: olha, o Alex Chuck.


O sonho acaba com uma imagem da rua, a noite... o ônibus passa em frente ao local onde está pendurada, já muito velha e toda rasgada, a faixa que fiz há muitos anos para o Alex, e logo depois bate num muro ao lado. De dentro cai um fone de ouvido, o mesmo que antes, na noite do show, tirei o par de brincos de brilhantes.



Sinistro! E olha que muitos detalhes fugiram da memória... trilha sonora, objetos, e até cenas.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Só queria...

I wish I was special
You're so fucking special
But I'm a creep
I'm a weirdo
What the hell am I doing here?
I don't belong here.

I don't care if it hurts
I want to have control
I want a perfect body
I want a perfect soul
I want you to notice
When I'm not around
You're so fucking special
I wish I was special

Em Creep, Radiohead.

domingo, 29 de junho de 2008

O último adeus...

É, pessoas. Despedida em breve. Ninguém sabe de que, nem pra onde, de onde ou como. A única informação é: dia 12 é minha despedida (risos).

Aguardem.

Só lamento ter que partir sem me despedir ou falar com "algumas" pessoas.

¡A por ellos! Campeones...

Jogadores espanhóis celebram o título da Euro 2008
Absoluto. Se tivesse ido para mãos alemãs seria a maior injustiça da história da Eurocopa.

Eu, como todo torcedor da seleção espanhola, esperei tanto por esse momento que agora não consigo encontrar palavras para descrevê-lo. Foi lindo. E o sentimento é de que o título foi merecido. Vencemos e convencemos, como se diz no futebol. E jogando bonito.


A Espanha que vimos em campo hoje é diferente. Diferente de todas que eu já vi jogar na vida. Confiante, de cabeça erguida, focada, determinada. Apresentando o melhor de seu futebol e o mais determinado de sua raça. Foi técnica e coração... finalmente mostramos o porquê somos "a fúria".


Linda festa. E depois de muitos anos, a Espanha volta a ser uma só.


Campeã invicta

Melhor ataque

Melhor defesa

Artilheiro
Melhor jogador (guarde até segunda-feira)

Este título está nas mãos certas.

Obrigada seleção, a justiça do futebol foi feita.




"É o melhor dia da minha vida..." (Cesc Fábregas)

¡Podemos!

É hoje. Daqui exatas 2 horas e 45 minutos a Espanha, após muitos anos chega novamente a final de uma competição importante.

Nervosismo há, como houve em todas as etapas anteriores. Afinal, como sempre digo, e já se tornou até repetitivo: cada etapa é um novo campeonato.

Não existe favorito.

A campanha da Fúria, independente do resultado de hoje já valeu por um título. Certa vez o treinador Luis Aragonés disse "nossos jogadores estão preparados para morrer em campo". Precisa de mais alguma coisa? Pra mim não... só a determinação, concentração e vontade desses meninos pra mim basta. Só o choro do Villa por ter que deixar a equipe e não poder mais jogar no momento decisivo, a maturidade do Cesc ao entrar em campo, e com personalidade assumir responsabilidades como gente grande, o apoio que vem do banco de reservas, a raça demonstrada por Puyol e Marchena, a liderança firme exercida por Casillas, a segurança de Senna, o brilho de Silva, a correria de Sérgio Ramos, enfim... deu muito gosto de ver. É de uma seleção assim que precisávamos.

É emocionante ver que a união de uma equipe de futebol tem reflexos também na torcida. Nas quartas de final vi uma bandeira do País Vasco se agitando ao lado da bandeira espanhola. Vi a euforia na mídia catalã.

Essa é a imagem que levo da Eurocopa.

Agora é torcer para que o título seja conquistado. Se for, será MUITO merecido.

¡Podemos!



"Rojo es el color
del equipo español
roja será nuestra fiesta
todo al rojo nuestra apuesta
Rojo es el color
del equipo español
roja será nuestra fiesta
todo al rojo nuestra apuesta
rojo es el color
que tiñe mi corazón..."

sábado, 28 de junho de 2008

Desejos de coisas impossíveis...

Ah, como eu queria encontrar uma tal pessoa... assim, por acaso. Só pra sentir (literalmente) se ela faz parte ou não da minha nova vida. Ah, como eu queria... que o destino que nunca ajudou pelo menos agora desse uma mão.

"Nesse momento há 6 bilhões, 470 milhões, 818 mil, 671 pessoas no mundo
Algumas estão fugindo assustadas.
Algumas estão voltando pra casa.
Algumas dizem mentiras pra suportar o dia.
Outras estão somente agora enfrentando a verdade.
Alguns são maus indo contra o bem.
E alguns são bons lutando contra o mal.
Seis bilhões de pessoas no mundo,
Seis bilhões de almas...
E às vezes tudo que nós precisamos é apenas uma!"
(One Tree Hill)




Atualizado horas depois:

Por que eu ainda me preocupo?! Já tenho minha resposta: não!

Uma tarde dourada...

Todos diziam, ironicamente: a Espanha vai jogar de amarelo!
E eu corrijo: é dourado...
E de fato, foi uma tarde de brilho para a Espanha. A adversária, a Rússia era a sensação da Eurocopa: havia eliminado a favorita e absoluta Holanda, e apresentado um show de futebol com uma atuação de gala da estrela tardia Arshavin.
Todos diziam, já certos do resultado: cuidado com esse Arshavin!
E eu corrijo: confio nos nossos marcadores...
Começa a partida, e perdemos Villa, artilheiro da competição e destaque da equipe espanhola. Entra o jovem Cesc Fábregas.
Todos diziam, já em tom de chacota: agora já era, vai dar Rússia!
E eu corrijo: hoje é "o" dia do Cesc.
Final: Espanha 3, Rússia 0. A Fúria é finalista com todos os méritos, com toda raça, com todo coração.
Chegou a hora da batalha final.



"A história nos devia essa" (David Villa)

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Foi só emoção...

¡A por ellos!

Ninguém disse que seria fácil. E parecia que a sorte não estava, mais uma vez, a nosso favor. Apesar de jogar melhor durante 90% do tempo de partida, a teimosa da bola insistia em não entrar, e resolveu até ser generosa com o goleiro adversário, salvando-o de um frango que seria histórico. Assustou. Criou esperança e expectativa. Do outro lado, brilha a estrela do homem que poderia dar uma mão, mas fez milagre com os pés. Fomos salvos.

Acabaram-se os 90 minutos. Então vamos à prorrogação. Mais uma vez tentamos, tentamos, mas nada de gol, só o tempo que passava cada vez mais depressa. Penalidade máxima, anuncia o narrador. É... realmente a sorte parecia não estar do nosso lado. Afinal, como o adversário sagrou-se Campeão Mundial?

Expectativa. O destino estava literalmente nas mãos de dois homens.

E é exatamente através de um deles que o sonho se tornou realidade. Uma vez, Casillas, duas vezes Casillas!

É hora da cobrança final. A responsabilidade agora está nos pés de um garoto, da minha idade - quanta responsabilidade, pensei - que com muito talento e humildade veste a camisa 10. E é gol!


Agora é só comemorar. A vitória é nossa, a sorte veio ao nosso encontro, a nossa superioridade em campo valeu, a nossa estrela brilhou. O tabu foi quebrado.
Espanha semifinalista da Eurocopa 2008.

Sofri, tremi, chorei. Mas valeu.



"Fue excepcional pero cuidado que aún no hemos ganado nada" (Iker Casillas)

domingo, 22 de junho de 2008

Relembrando velhos dizeres...

É, pessoas. Cada dia que passa consigo entender melhor aquela velha história de plantar as sementes, tratá-las com todo amor e carinho para só depois - diga-se muito depois - colher os frutos.

Felizmente, todas as sementes que plantei cresceram e se transformaram muito fortes. Agora é só colher os frutos e mantê-los bem conservados para que não estraguem.

O ciclo nunca acaba - do contrário não seria um ciclo, dã!

Algo sobre dor e felicidade

As vezes a dor se torna uma parte grande da sua vida, e você espera por ela sempre, pois não consegue mais lembrar de qualquer parte de sua vida sem ela.

Mas um dia, você sente algo a mais.

Algo que você sente ser errado só porque não é familiar... e esse momento você percebe que é feliz.


A felicidade vem em muitas formas:

Na companhia de bons amigos, no que se sente quando realiza o sonho de alguém, ou na promessa de esperança renovada.

E está tudo bem em deixar-se ser feliz, porque você nunca saberá quanto tempo essa felicidade irá durar...

sábado, 21 de junho de 2008

Mais um adeus...

É hora de mais uma despedida. Informo que sexta-feira foi meu último dia de estágio nos Estúdios de Rádio TV e Fotografia da UMC.

As pessoas sempre me questionaram se realmente valia a pena o trabalho lá. Afinal, eu cuidava da parte administrativa, e muito esporadicamente fazia algo relacionado a minha área. Pois bem, sempre disse e firmo com essa minha despedida: vale e valeu a pena.

Nem sempre nosso crescimento está relacionado apenas ao lado profissional. Claro que o ambiente dos estúdios me propiciou um entendimento muito maior de televisão do que várias pessoas no mesmo estágio de aprendizado que eu me encontrava tinham. Aprendi muito. Aproveitei o que pude. Assisti aulas dos últimos anos, acompanhei as atividades de perto. Mas muito mais do que isso, cresci demais como pessoa. As experiências, a convivência, as amizades, as pessoas que conheci lá dentro e que de alguma forma mudaram minha vida, essas sim ficarão para sempre.

Agradeço o apoio, as dicas, as indicações. Agradeço a todos que um dia pararam do outro lado do balcão e me retribuíram o sorriso. E agradeço mesmo àqueles que chegavam desesperados pedindo: Milena, preciso marcar uma externa pra amanhã (risos)!

Agradeço também aquele que apareceu montado num cavalo branco e que fez meus olhos brilharem e o coração bater mais forte pela primeira vez, mesmo que depois de alguns meses o conto de fadas tenha se desfeito (ou nunca existido).

A minha despedida foi estranha. Caminhei pela última vez na condição de estagiária pelo corredor com a sensação de que há muito tempo já não pertencia mais àquele lugar.

O ano de 2007 foi mágico, principalmente o desfecho. Já 2008 tem sido uma tortura. Cada metro quadrado traz uma lembrança. E a lembrança traz uma dorzinha que estava se tornando insuportável.

As pessoas mudaram...

Enfim, foi bom enquanto durou. Esse já não é mais o meu lugar.

Ficam as marcas.


Adeus Estúdios da UMC...

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Castigo!

Kimi Räikkönen ficou irritado com o erro de Lewis Hamilton no GP do Canadá de Fórmula 1. O piloto da McLaren bateu na traseira do carro do finlandês após não ver a luz vermelha no fim do pit lane durante a única entrada do safety car na corrida deste domingo.

"Não posso dizer muito. Minha corrida foi arruinada pelo erro de Hamilton. Obviamente, qualquer um pode cometer equívocos a 200 Km/h, mas é outro caso bater em um carro parado. Estou irritado porque tinha grandes chances de vencer" - disse o finlandês.

Agora eu pergunto: quem foi o louco que bateu na carro do pobre Sutil que vinha conquistando com méritos um 4º lugar impecável no GP de Mônaco pilotando a carroça da Force India?

Que hipocrisia, Kimi Räikkönen! Lewis acertou o carro certo.

domingo, 1 de junho de 2008

O Príncipe Sapo dos Tempos Modernos

Era uma vez, um príncipe. Ele era bonito, de olhos verdes, charmoso, engraçado, educado... mas também um tremendo de um canalha.

Um dia, conhecendo a fama de arrasador de corações do jovem, uma fada resolveu vingar todas as moças das redondezas lançando-lhe um feitiço que o transformou em sapo. A magia só seria quebrada caso o príncipe, agora um sapo, recebesse um beijo sincero e apaixonado.

Ele ficou desolado... afinal, quem se apaixonaria por um sapo? O que ele não sabia, porém, é que o destino estava a seu favor.

Numa noite, uma jovem princesa, muito pura (e inocente, diga-se de passagem) em seus sentimentos, sentou na beira do lago pensativa.

O sapo teve vergonha de, com aquela aparência, aproximar-se da jovem. Pediu para que a rã, sua nova amiga, o apresentasse a ela. E assim aconteceu.

A princesa nem se preocupou com a aparência do príncipe sapo... retribuiu-lhe com um sorriso, e os dois começaram a conversar.

O príncipe sapo era tão gentil e carinhoso que a princesa passou a procurá-lo todos os dias, e quando percebeu, já havia se apaixonado por ele.

Numa tarde, o príncipe sapo tomou coragem e perguntou à princesa:

- O que é necessário para que você me dê um beijo?

- Confiança – respondeu a princesa.

- Se você não quiser tudo bem – disse o príncipe sapo.

- Eu quero, mas é que...

Houve um momento de silêncio, até que a princesa lhe confessou um segredo. A jovem nunca havia compartilhado seu beijo com ninguém.

- Não se preocupe – disse o príncipe-sapo – é impossível que seja ruim.

Foi então que aconteceu. A jovem princesa deu um beijo sincero e apaixonado nele... e a surpresa! O feitiço se quebrou, e o príncipe voltou a ser o belo jovem antes.

A princesa ficou muito surpresa com o fato de ele ser um homem, mas isso nem importava. Ela havia se apaixonado por sua essência.

E agora vem o “e viveram felizes para sempre”... ERRADO!

Quem disse que o príncipe quis a bobona da princesa? Ele ficou com ela duas vezes e depois só a enrolava.

Quando a encontrava se dizia confuso, despreparado. Repetia várias vezes que gostava dela, mas precisava de um tempo. Conversa. Na verdade tudo que ele queria era curtir novamente a vida em forma de homem: baladas, mulheres, festas, etc...

Eles ficaram muito tempo sem se falar ou se encontrar... e durante esse tempo a jovem aguardou, alimentou esperanças, até que percebeu (e ouviu do príncipe) que tudo não havia passado de um divertimento.

Passaram-se algumas semanas...

Numa noite, o príncipe encontrou a princesa em um barzinho, e para sua surpresa, ela estava acompanhada de outro.

E depois desse dia, ele começou a encontrá-la sempre na noite, no shopping, e em vários lugares... numa dessas vezes, quando chegou em casa, o príncipe sentiu algo estranho. Ele não enxergava a fechadura da porta, que para sua sorte, já estava aberta. Ele a empurrou e entrou na casa, passou por alguns cômodos, entrou em seu quarto, e quando passou em frente ao espelho notou algo estranho: ele não se via.

Então ele deu um salto... ops, espere aí! Um salto?! Sim, ele havia se transformado novamente em um sapo.

Foi então que ele percebeu que o que o tornava humano era o amor da princesa, sentimento puro, verdadeiro, que havia nascido independente de sua aparência, popularidade ou condição social.

Nesse momento descobriu o que sempre tentou negar: ele amava a princesa, e muito. Mas agora já era tarde demais.

Ele ficou condenado a passar o resto de sua vida como um sapo, solitário e sem poder receber o verdadeiro amor.

Fim

O Dia dos Namorados está chegando...

Enquanto isso, no Principado de Mônaco...

A Monarquia foi reconstituída...

Os reis:

Os príncipes:

O bobo da corte:


sábado, 10 de maio de 2008

"Quiero escuchar tu voz cantando en un mundo mejor.
Quiero encontrarte a ti sonriendo a la vida si no te sonríe ella a ti.

Dime niña de ojos tristes,
recuerdas aquel viejo barco que tanto quisiste,
donde tú y el mar hablabais de libertad,
de una escalera a la luna quizá,
de un mundo que no deje nunca de hacernos soñar..."

De Un Mundo Mejor, La Oreja de Van Gogh. Enviada por e-mail por um amigo muito querido. Obrigada...

sábado, 26 de abril de 2008

E agora?!

A declaração
A esperança
A decepção
A dor
O choro
Os chocolates
O choro
O sorvete
O choro
Aquela música
E mais choro
Um filme
A reflexão
O travesseiro
E dá-lhe choro
O fim
O conformismo (será?!)

Puts... que cheiro de fossa!

Julieta Venegas: Me Voy

É. Mudança radical no conteúdo da letra da última postagem de música para esta. De fato, as coisas mudaram muito na última semana. Merece uma despedida (por mais que não fosse esse meu desejo).

A escolhida para isso foi Me voy, da mexicana Julieta Venegas. Letra quase perfeita para o momento.



Porque no supiste entender a mi corazón
lo que había en el,
porque no tuviste el valor
de ver quién soy.

Porque no escuchas lo que
está tan cerca de ti,
sólo el ruido de afuera
y yo, que estoy a un lado
desaparezco para ti

No voy a llorar y decir,
que no merezco esto porque,
es probable que lo merezco
pero no lo quiero, por eso...

Me voy, que lástima pero adiós
me despido de ti y
me voy, que lástima pero adiós
me despido de ti.

Porque sé, que me espera algo mejor
alguien que sepa darme amor,
de ese que endulza la sal
y hace que, salga el sol.

Yo que pensé, nunca me iría de ti,
que es amor del bueno, de toda la vida
pero hoy entendí, que no hay
suficiente para los dos.

No voy a llorar y decir,
que no merezco esto porque,
es probable que lo merezco
pero no lo quiero, por eso...

Me voy, que lástima pero adiós
me despido de ti y
me voy, que lástima pero adiós
me despido de ti.

Me voy, que lástima pero adiós
me despido de ti y
me voy, que lástima pero adiós
me despido de ti y me voy.

Me voy, que lástima pero adiós
me despido de ti y
me voy, que lástima pero adiós
me despido de ti y me voy.



Adiós...

Brincadeira que não tem graça...

>Edmar Aparecido Freitas, 18, morador da pequena cidade de Taiúva, no interior de São Paulo, era um menino tímido e obeso. Seus colegas de turma o apelidaram de elefante cor-de-rosa (aposto que você riu), e durante 11 anos foi motivo de piada da turma. Numa determinada época, o garoto chegou a perder 30 quilos, mas as chacotas não pararam.

Janeiro de 2003. Depois de completar o Ensino Médio, Edmar volta à escola em que estudou portando um revólver calibre 38. Durante o horário de intervalo, o jovem disparou contra cerca de 50 pessoas, atingiu sete delas e depois se matou com um tiro na cabeça. As vítimas sobreviveram.

>Cho Seung-Hui, 23, estudante da Universidade Virginia Tech, nos Estados Unidos, era coreano e vivia no país desde 1992. Era tímido, isolado da turma, e pouco falava porque seus colegas caçoavam da forma como ele falava, com o sotaque original asiático. Uma vez, em uma aula de inglês, a professora de Cho pediu para que ele lesse um texto em voz alta. O jovem silenciosamente se recusou, mas ameaçado de reprovação, começou a ler. Seus colegas imediatamente começaram a rir e apontar para ele dizendo: volte para China!

Abril de 2007. Cho Seung-Hui invade a Universidade e, em dois ataques, deixa 32 pessoas mortas e 15 feridas. Depois dos ataques, o jovem se suicidou. Em vídeo enviado para a emissora americana NBC, o jovem, claramente perturbado com as correntes provocações, declara: sua Mercedes não era o bastante [...] Suas jóias de ouro não eram o bastante, seus esnobes. Sua vodca e seu conhaque não eram o bastante. Todas suas festas não eram o bastante. Essas coisas não foram suficientes para preencher suas necessidades hedonistas. Vocês tinham tudo [...] Vocês tinham cem milhões de chances e meios de evitar esse dia, mas vocês decidiram cuspir meu sangue. Vocês me encurralaram num canto e me deram apenas uma opção. A decisão foi de vocês. Agora vocês têm meu sangue em suas mãos que nunca será limpo.


Histórias como as de Edmar e Cho podem, a princípio, parecer engraçadas. Mas, por trás, escondem um problema que atinge milhares de jovens pelo mundo inteiro, responsável por altos índices de depressão, suicídios e, em casos extremos, homicídios seguidos se suicídio: o bullying.

Eu sofri na época de escola e compreendo os sentimentos dessas pessoas.

Chamar atenção para o bullying é essencial, pois em grande parte dos casos, a fuga é o silencioso suicídio, e somente em casos extremos como esses, que são poucos se somados os casos da violência, se dá a devida atenção ao fato.

Mas afinal, o que é bullying?
O bullying é um conjunto de atitudes agressivas, repetitivas contra uma pessoa que causa sofrimento e angústia.

Nele, há o isolamento intencional de determinadas pessoas, são dados apelidos inconvenientes e comentados e exagerados os defeitos estéticos. Há ameaças e gozações que magoam e constrangem, chegando, em alguns casos, à extorsão de bens pessoais, agressões físicas e psicológicas, passando pelo racismo e pela homofobia.

Ser diferente, fugir dos padrões comuns a uma turma (o gordinho, o calado, o mais estudioso, o mais pobre...), são os principais motivadores dessa agressão.

As vítimas dessa violência silenciosa sofrem caladas e de forma contínua, tornando sua vida um martírio, e as feridas dificilmente – ou nunca – cicatrizam.

A época mais comum para a prática do bullying é na fase escolar, desde os níveis de iniciação até o Ensino Médio, mas pode caracterizar-se também, o que já vem sendo comum, em Universidades.

Um caso...
Como já disse, sofri bullying na época de escola. No princípio nem sabia que o que faziam comigo tinha um nome, fui descobrir o que era no 2º ano do Ensino Médio, quando já estava me formando uma pessoa mais esclarecida.

Eu era a típica menina gordinha, super estudiosa, com as melhores notas, óculos, péssima em Ed. Física e isolada. Meus gostos não eram os mesmos das meninas da minha idade. Minha cabeça não era a mesma também.

Eu não vestia as roupas da moda e não gostava de dançar É o Tchan (pois é...).

Minha vida escolar inteira fui chamada de gorda e CDF. Alguns episódios marcaram. Certa vez, numa aula de língua portuguesa, minha professora exemplificou a matéria com a seguinte frase: a Milena tornou-se uma linda garota. No fundo da sala um infeliz disparou: nossa, é um milagre! E a turma inteira começou a rir. Percebendo a situação, minha professora abafou as risadas e seguiu a aula. Na seqüência perguntou: a oração está correta? E mais uma vez o infeliz ser respondeu: olha a cara dela, professora, está errado! E novamente a sala inteira começou a rir. Nesse dia tive vontade de tudo... de chorar, de me esconder, de bater no infeliz, de sair correndo.

Isso aconteceu na 6ª série. Por pelo menos mais dois anos, ouvi frequentemente comentários como esse – daí para pior. Sofri na pior época, a adolescência, fase de transição, de mudanças, de desejos.

Mesmo perdendo peso, a palavra gorda nunca saiu do vocabulário dos meus estimados “colegas”. Era chamada de ex-gorda, como se fosse um rótulo que eu era obrigada a carregar. Comentavam das marcas que a obesidade deixou... estrias, flacidez, etc. Resultado: até hoje não uso saia, blusas regata, e nenhum tipo de roupa que exponha muito meus – hoje – pequenos defeitinhos. Fiquei muito insegura.

Demorei muito tempo para conseguir aceitar minha aparência física. Ainda tenho minhas restrições, às vezes me pego com pensamentos ruins, de me rebaixar mesmo. Mas consigo controlar bem meus momentos de crise e dar a volta por cima.

Passei por tudo sozinha, calada. Fui sofrendo e me desgastando aos poucos. Nunca cheguei ao extremo de pensar em suicídio, mas já tive muitos pensamentos vingativos contra as pessoas que me fizeram sofrer. Nunca pensei em matá-las, calma, mas sempre quis que elas tivessem algo na vida que as fizesse sofrer assim, aos pouquinhos, como eu sofri... se desgastando dia a dia, sendo maltratadas pouco a pouco. Assim talvez essas pessoas pudessem – mesmo que tardiamente - parar pra pensar e falar: nossa, que maldade eu fiz.

Essa idéia, não nego, ainda me agrada. Mas já não toma conta de mim como antes. Já encontrei muitas das pessoas que me fizeram mal e as tratei normalmente, como se nada tivesse acontecido.

O mal exemplo!
Infelizmente os próprios professores contribuem para a prática do bullying. Vou exemplificar com algo que aconteceu comigo na 5ª série.

Era aula de Ed. Física. A Sra. Professora (não quero nem lembrar o nome do ser...) estava dando fundamentos do handball. Eu muito tímida que era, e consciente da minha ruindade no esporte (risos) me isolei e não participei da aula.

A Sra. Professora ficou revoltada. Achou que eu era uma rebelde que estava afrontando as ordem dela, a superior. Ela deu, então, uma prova prática, da qual, a princípio, não participei.

Depois que a sala inteira fez a prova, a Sra. Professora ordenou aos alunos que ficassem todos sentados na arquibancada da quadra, bem pertinho do campo de jogo. Ela mandou eu me levantar e, na frente a toda a classe, fazer a prova.

Foi um fiasco, claro. Observei a aula mas não treinei. Era óbvio que faria os movimentos errados. Não satisfeita em me fazer passar por essa situação, a Sra. Professora tecia comentários pejorativos e humilhantes me ridicularizando para toda a turma, que por sua vez, ria.

Essa foi uma das maiores humilhações da minha vida. Convivi com a Sra. Professora por pelo menos 4 ou 5 anos, e nesse período, as piores situação de bullying que passei vieram dela.

Detalhe, fora professora de Ed. Física ela era psicóloga. E eu digo, amigos: que bela profissional, hein!

Alguém que faz isso com uma criança de 10 anos, que não tem a mínima percepção do que acontece a sua volta e faz esse tipo de coisa para inflar o próprio ego só para não perder a autoridade perante a turma, pode ser PHD formada na USP, não merece meu respeito.

Imaginem, agora, quantas Sras. Professoras não existem pelo mundo afora. Eu me entristeço só de pensar...

Não se cale...

Sofrer sozinho é a pior das alternativas. Deixar de viver a pior das fugas. Vingança não gera nada de bom senão ódio e rancor, que corroem a pessoa e não a deixa viver. A melhor vingança contra tudo e todos é viver, e viver bem, feliz, se dedicar ao que gosta... uma hora passa.

Onde ver?
Encontrei alguns sites interessantes. Vale a pena dar uma conferida: para se informar, para desabafar, ou para perceber que não se está só nesse mundo.

No More Bullying
Anti Bullying
Let's stop the bullying!

Apesar dos nomes, são todos em português.

domingo, 20 de abril de 2008

Sonho Lindo...

Não, este não é mais um post com meus incríveis sonhos.

Na sexta-feira, estava em um dos meus estágios, lá na TV. Passando pelo estúdio minutos antes de começar o jornal, ouvi a música tema da novela das 6 da Rede Globo, e a reconheci. Lembrei de uma outra novela, que passava no SBT, a Usurpadora. A mesma música, original do Roberto Carlos, salvo engano, foi tema de abertura dela, na época, interpretada pelo Paulo Ricardo, do RPM.

Essa sim, beeeeeeem diferente do que eu tenho postado.

Aí vai:



Sonho lindo que se foi,
Esperança que esqueci,
Foi por medo de perder que eu perdi.
Tanto eu tinha pra dizer,
Tanta coisa eu calei,
Foi por medo de sofrer que sofri.
Foi pensando em me guardar,
E querendo não querer,
Me dizendo pra esquecer
Foi pensando só em mim
Que eu pensei só em você.
Foi tentando me afastar,
Foi negando o meu amor,
Foi por não querer amar que eu amei... você.

Cimed campeã...

Detalhe para a demonstração de felicidade dos jogadores do Telemig,
principalmente do último ser que aparece na foto.


Em um duelo marcado pelo esperado equilíbrio, quem levou a melhor foi a Cimed, que venceu o Telemig Celular/Minas por 3 sets a 2, com parciais de 25-27, 25-21, 24-26, 25-15 e 15-12, neste domingo, no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, na final da Superliga masculina de vôlei e conquistou o bicampeonato da competição.

Os números já indicavam que a partida não teria um favorito. Esta foi a terceira decisão consecutiva entre os dois times. Em 2005-2006, a então "estreante" Cimed foi campeã no último jogo da série de melhor-de-cinco. Na temporada passada, o Minas foi vitorioso no quarto confronto.

Além disso, nos três últimos anos, as duas equipes já se enfrentaram 16 vezes. Com o placar deste domingo, a Cimed assume a liderança no confronto direto, com apenas uma vitória -nove no total- a mais que o oponente.

Para conquistar o título, a equipe catarinense se mostrou mais equilibrada que o rival, mesmo nos sets em que foi derrotada. Nas duas parciais em que foi superada, a Cimed perdeu por apenas dois pontos (27-25 e 26-24).

O fator que quase desequilibrou o duelo a favor do Minas foi a entrada de Nalbert na equipe. A partir do terceiro set, o ex-capitão da seleção brasileira voltou a jogar no Maracanãzinho, onde fez sua estréia com a camisa do Brasil.

Mesmo sem estar 100% fisicamente, depois de passar por uma artroscopia no ombro direito, Nalbert foi fundamental para que o time mineiro abrisse 2 a 1 de vantagem no placar. No entanto, a partir do quarto set, a Cimed neutralizou a arma do rival, reagiu e levou a decisão para o tie-break.

A equipe de Santa Catarina liderou o placar em todos os momentos do set de desempate. O Minas, único tetracampeão do torneio (1999-2000, 2000-2001, 2001-2002 e 2006-2007 e finalista pela quarta vez consecutiva, ensaiou uma reação, mas não teve forças para se recuperar e viu o time de melhor campanha da Superliga (31 vitórias e cinco derrotas) sair de quadra com o bicampeonato.

Fonte: UOL



Parece que foi ontem que escrevi esse post no meu falecido Loucos Pirados e Sem Cortes. Parabéns à equipe da Cimed pela conquista, mereceram. Não sei se aquela torcida toda dos genéricos que estava no Maracanãzinho viajou de Florianópolis até o Rio para acompanhar o jogo ou se era genérica no sentido literal da palavra (risos). De qualquer forma fizeram um belo papel.

Valeu também pela vibração dos jogadores genéricos (e a cara de desânimo de certos jogadores do Telemig...).

E fica uma pergunta: onde estava a torcida do Telemig?


Troféu Vivavôlei: Kid
Maiores pontuadores: Thiago Alves e Rivaldo, 19 pontos.


Público:
10.180 (só?!)

Déjà vu

Superliga Masculina de Vôlei

Final: Telemig Celular/Minas X Cimed

domingo, 13 de abril de 2008

Time do Sul é eliminado!

O Telemig Celular/Minas (MG) é o primeiro finalista da Superliga 07/08. O time mineiro fechou a série de melhor de três partidas da fase semifinal ao derrotar a Ulbra/Uptime/Suzano por 3X1, em casa.

Líder da campanha medíocre na 1ª fase, mesmo com o 3º lugar na classificação geral, o treinador equipe, Mauro Grasso, exaltou a vontade do time nessa fase final. “Tivemos uma temporada muito difícil, repleta de problemas, mas conseguimos superá-los com nossa disposição. Precisamos manter este espírito para a decisão. Agora só falta um jogo para o título”, comentou Mauro.


Um dos problemas citados por Mauro foi o do levantador Rafinha, que operou os dois joelhos durante a competição. Recuperado, o jogador vem sendo um dos principais destaques do time mineiro na reta final da Superliga.

O time de Canoas não jogou mal, mas faltou a vontade que o Telemig tinha de sobra. A equipe que fazia uma excelente campanha e despontava como favorita, deixou o adversário crescer. Falta de comando, falta de grupo, falta de identidade. Desclassificação merecida vista por esses aspectos, mas sentida se levarmos em consideração a participação e entrega de bons jogadores (e que fique claro: não estou falando da estrela cor de rosa e gorda do Anderson imprestável).

Agora o Telemig espera o vencedor de Unisul e Cimed. A série está empatada em 1X1 (e que dê Unisul pra que essa Superliga tenha na final alguém que realmente mereça estar lá).

Telemig Celular/Minas 3 x 1 Ulbra/Uptime/Suzano (25/21, 25/17, 20/25 e 25/19), no ginásio Divino Braga, em Betim (MG).

Maior Pontuador: Anderson, 20 pontos.
Troféu Vivavôlei: Mauricio

Público: 1998 não pagantes (só?!)



Unisul \o/
Ah... a foto. Procure o personagem no corpo do texto.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Joy Division: She's Lost Control




Confusion in her eyes that says it all, she's lost control
And she's clinging to the nearest passer by, she's lost control
And she gave away the secrets of her past and said I've lost control again
And of a voice that told her when and where to act
She said I've lost control again

And she turned to me and took me by the hand and said
I've lost control again
And how I'll never know just why or understand she said
I've lost control again

And she screamed out, kicking on her side and said
I've lost control again
And seized up on the floor, I thought she'd die
She said I've lost control
She's lost control again, she's lost control

Well I had to phone her friend to state her case and say
she's lost control again
And she showed up all the errors and mistakes and said
I've lost control again

But she expressed herself in many different ways until
she lost control again
And walked upon the edge of no escape and laughed I've lost control

She's lost control again, she's lost control

I could live a little better with the myths and the lies
When the darkness broke in, I just broke down and cried

I could live a little in a wider line

When the change is gone, when the urge is gone

To lose control

When here we come

terça-feira, 8 de abril de 2008


segunda-feira, 7 de abril de 2008

Kid Abelha: Lágrimas e Chuva

Bem diferente das músicas que tenho compartilhado no blog ultimamente, não?!

Kid Abelha não é das minhas bandas favoritas, mas algumas músicas são interessantes. Lágrimas e Chuva é uma delas.

A letra em si já é um ótimo desabafo, não necessita comentários.



Eu perco o sono e choro
Sei que quase desespero
Mas não sei por quê

A noite é muito longa,
Eu sou capaz de certas coisas
Que eu não quis fazer.
Será que alguma coisa,
Nisso tudo, faz sentido?
A vida é sempre um risco,
Eu tenho medo.

Lágrimas e chuva
Molham o vidro da janela
Mas ninguém me vê
O mundo é muito injusto
Eu tô contando os meus problemas
Que eu quero esquecer

Será que existe alguém
Ou algum motivo importante
Que justifique a vida
Ou pelo menos este instante

Eu vou contando as horas
E fico ouvindo passos
Quem sabe o fim da história
De mil e uma noites
De suspense no meu quarto

Eu perco o sono e choro
Sei que quase desespero
Mas não sei por quê
Não sei por quê

A noite é muito longa
Eu sou capaz de certas coisas
Que eu não quis fazer
Quis fazer
Será que existe alguém no mundo?

Eu vou contando as horas
E fico ouvindo passos
Quem sabe o fim da história
De mil e uma noites de suspense no meu quarto
No meu quarto....

Charada

De Grimm

Três mulheres haviam sido transformadas em flores que ficavam no meio do campo. Uma delas, contudo, tinha o direito de passar as noites em casa. Certa vez, quando o dia rompia e ela novamente teria de voltar para junto das companheiras e tornar-se flor, disse ao seu esposo: "Se você for pela manhã ao campo me colher, o encanto se desfará e viveremos juntos para sempre". E foi o que aconteceu. Mas agora resta perguntar como seu amado a teria reconhecido, posto que as flores eram iguaizinhas, não apresentando nenhuma diferença entre si!


Resposta: Como ela passara a noite em casa, e não no campo, era a única entre as três que não estava coberta pelo orvalho da madrugada; seu marido, portanto, logo a reconheceu.